MCP
A borda por onde o Assistant escreve na Sublime, o que ela alcança, e a única operação entre cinquenta e nove que chega à produção.
O MCP é a única superfície de escrita da plataforma. Tudo o que o seu Assistant constrói, seja um procedimento, um documento, um cenário ou uma publicação, passa por aqui.
O servidor é HTTP, neste endereço:
https://api.sublime.am/mcp
No Claude Code, o plugin do marketplace instala a Skill e conecta o servidor no mesmo ato. Nos demais agentes, você adiciona o servidor onde eles registram um MCP.
Entrar na conta
Na primeira chamada, o agente abre o navegador para você autorizar. Não existe token a colar nem arquivo a editar à mão, e nenhuma Skill ou documentação deveria pedir isso a você.
O que ele alcança
São cinquenta e nove operações, organizadas pelo que produzem:
| Grupo | O que faz |
|---|---|
| Doutrina | lê as regras de modelagem da plataforma antes de desenhar qualquer coisa |
| Inventário | lista agentes, bases, procedimentos, cenários, modelos e provedores |
| Conhecimento | cria bases, pastas e documentos, escreve, reorganiza a árvore e publica |
| Procedimento | cria o grafo, as etapas e as transições, e lê o grafo de volta |
| Agente | cria, vincula procedimentos e bases, lê a composição e acompanha publicações |
| Versões | lista, publica, restaura e reverte, nos três artefatos versionados |
| Medição | declara cenários, mede, lê a rodada e compara duas composições |
| Conversa | conversa com o agente em preview, para exercitar o que foi construído |
O grupo de Doutrina merece atenção porque não é óbvio. A plataforma expõe as próprias regras de modelagem como algo legível, e o Assistant as consulta antes de desenhar, em vez de inferir convenções a partir do que encontra na sua conta. É o que faz o segundo agente sair no mesmo padrão do primeiro, mesmo tendo sido construído meses depois e por outra pessoa.
Uma operação que a plataforma recusa devolve o motivo e o que corrigir, no vocabulário do que foi enviado. O Assistant corrige e repete, e só traz a recusa até você quando ela esconde uma decisão de negócio.
Uma operação, entre cinquenta e nove, alcança a produção
Cada operação declara o que precisa para rodar, e a distribuição diz quase tudo sobre a superfície:
| Degrau | Operações | O que alcança |
|---|---|---|
| Leitura | 20 | ver o que existe |
| Escrita | 38 | criar e alterar em preview |
| Sensível | 1 | publicar um agente |
Trinta e oito operações escrevem, e nenhuma delas toca a produção. Elas trabalham na cópia de trabalho, e tudo o que fazem é reversível enquanto estiver ali. A única que alcança produção é publicar um agente, e ela para e espera uma pessoa confirmar dentro da plataforma antes de rodar.
Depois disso, o portão ainda mede antes de a versão entrar no ar. São dois freios em série e é de propósito: um contra o engano e outro contra a regressão.
O Assistant pede um degrau quando precisa dele e não antes, e o pedido nomeia o que falta e para quê. O que ele recebe, e como você retira isso, está em Assistentes autorizados.
Repetir não duplica
Uma escrita repetida em um intervalo curto responde com o resultado da primeira execução em vez de executar de novo.
Parece um detalhe de infraestrutura e não é. Um agente que perdeu a conexão no meio de uma criação vai tentar outra vez, e sem essa proteção o seu builder acabaria com dois procedimentos idênticos e nenhuma pista de qual dos dois é o bom.