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Segredo

Como uma credencial é guardada, como uma etapa a usa sem conhecê-la, e por que ela nunca entra em uma versão publicada.

Um segredo é uma variável cujo valor você escreve uma vez e não lê de volta: uma chave de API, um token, a senha de um serviço.

Como uma etapa usa

A etapa referencia o segredo em vez de contê-lo. Uma requisição HTTP com autenticação Bearer guarda a referência à variável, e o valor é resolvido no momento exato da chamada.

etapa HTTP
└── autenticação: Bearer → variável "chave-transportadora"
                                    │
                              (resolvida na execução)

São três consequências, e todas importam:

  • A versão publicada não carrega credencial, porque a fotografia guarda a referência e não o valor.
  • Trocar a chave é editar a variável, sem republicar nenhum procedimento nem revincular nenhum agente. Uma rotação de credencial deixa de ser um projeto.
  • Quem lê a configuração não lê o segredo, nem na tela nem no que um Assistant recebe pela borda MCP.

Campos sensíveis

Há um segundo mecanismo, para um problema diferente. Um campo coletado dentro de um procedimento pode ser marcado como sensível, seja um documento, um dado pessoal ou um número de cartão.

A distinção é de origem. Um segredo é um valor da empresa que a etapa usa, enquanto um campo sensível é um valor da pessoa que a etapa recebe. O primeiro se protege por referência, e o segundo por marcação.

Onde ficam

Em Configurações → Variáveis, com o tipo segredo. As credenciais de provedores conectados, como WhatsApp Business, Resend e chaves de modelo, não passam por aqui: elas são guardadas pela própria conexão, no lugar dela.